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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

O porquê da dor

A gente pode dissecar a questão da dor (do parto) de infinitos modos, pois não se trata de uma grandeza absoluta, não mede xis unidades de qualquer coisa. Ela é relativa, e a múltiplos fatores combinados entre si, físicos e psíquicos, conscientes e inconscientes, e a combinação de todos eles produz a percepção psico-física dentro de limiares individuais.
Na nossa cultura, o parto é na grande maior parte das vezes vivenciado e relatado como um evento em que está presente uma dor que beira o insuportável. Será necessário que seja assim? Vejamos...
Primeiramente há o aspecto evolutivo. O parto humano é o que apresenta a relação céfalo- pélvica mais estreita da natureza. Um dia resolvemos descer das árvores e caminhar sobre duas pernas. Outro dia resolvemos engrossar nossa camada de neo-córtex cerebral: resultamos bípedes e cabeçudos, porque somos metidos a não ser bestas. E na hora de parir nossos filhotes, os processos musculares de contração das paredes e dilatação do colo uterino, mais os movimentos do bebê empurrando-se para fora ocorrem sem folga de espaço, e as sensações fortes* que esses processos produzem podem ser interpretados como "dor", e potencializados em sensações ainda mais dolorosas se houver medo, insegurança, ou ação de hormônios artificiais como se costuma aplicar através de soro às mulheres em trabalho de parto com o objetivo de acelerar o processo, atingindo níveis de fato insuportáveis. Em "Correntes da Vida", o psicoterapeuta inglês David Boadella** descreve o comportamento uterino em trabalho de parto quando a mãe sente qualquer tipo de medo - consciente ou inconsciente:
"(...) o útero tenta fazer duas coisas antagônicas ao mesmo tempo: tenta abrir-se, sob a influência do relógio biológico que atua através do hormônio que prepara o caminho para o bebê nascer; e, simultaneamente, tenta manter-se fechado, sob a influência dos nervos simpáticos, trazidos à ação pelo medo. É como se alguém quisesse dobrar e esticar o braço ao mesmo tempo; o braço teria um espasmo, que causaria dor. isso é exatamente o que acontece com o útero de uma mãe que é incapaz de relaxar e que está condicionada a sentir dor."
Mas por que a mulher está condicionada a sentir dor? Um dos motivos é o arquétipo do parto doloroso em conseqüência do pecado original, como reza nossa cultura judaico-cristã. Ao expulsar Adão e Eva do Paraíso por terem provado do fruto do Conhecimento, o Criador lhes diz: "Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos" (Gênesis 3:16). Ora, como não sentir dor se o próprio Deus a determina? O arquétipo do parto como sofrimento foi literalmente in-corporado baixo a quase 6.000 anos de crença.
Outro aspecto importante, é o caráter fisiológico do parto. Esta noção não faz parte do senso comum: de que o ato de parir (assim como gestar e amamentar) é tão fisiológico e saudável quanto respirar, digerir, filtrar o sangue, pensar, absorver nutrientes, excretar, chorar, ouvir, enxergar, fazer sexo, fazer amor. Mas na nossa cultura, uma mulher grávida é vista como alguém sob risco potencial e iminente, o parto é visto como um evento necessariamente hospitalar e na maioria das vezes, cirúrgico. Ao transformar um evento potencialmente saudável em necessariamente patológico, a dor encontra campo fértil para ser identificada como tal. Está aí um dos fatores que levam tantas mulheres a sentir pavor pelo parto normal.
A dor tida por alucinante pode ser percebida como lidável quando a mulher, em primeiro lugar subtrai-lhe a parcela da dor propriamente dita, advinda do medo e da insegurança; o restante das sensações, ela pode converter em sensações lidáveis ao aceitar a natureza do seu corpo, aceitar as sensações do trabalho de parto não como alguma coisa a vencer, contra as quais se deve lutar - porque elas não resultam de uma patologia, não sinalizam alguma coisa que está errada, como uma fratura ou queimadura, por exemplo. Não. Essa sensação é uma aliada que sinaliza o processo fisiológico do parto, levando a mulher a fazer força, ou a se contorcer, a gemer, a acocorar-se ou a procurar a banheira, e entre as contrações as sensações atenuam, como ondas***, e você pode relaxar. As sensações intensas levam ao transe, e esse transe tem que ser aproveitado, ele faz parte. Você não precisa de anestésicos, ordem pra fazer força, fórceps. Você precisa apenas de liberdade para vivenciar seu parto.
O parto é você, é o seu corpo em plena atividade, e você não deveria deixar esta parte de você ser subtraída por uma conveniência que vem de fora. Existem séculos de uma cultura desfeminilizante costurando essa rede em que se cai tão facilmente, como eu mesma caí nos meus partos. Não é a mulher que precisa da anestesia, são os outros que precisam do conforto de uma mulher parindo quietinha.
E há outro aspecto que eu acho muito interessante que é a coisa do ritual de passagem. Nós cultivamos algumas manifestações externas de rituais, como casamentos, batizados, bar-mitzvahs, aniversários, festas da primavera, e essas festas refletem a nossa necessidade humana de marcar as passagens das fases, de criança inimputável para o adulto responsável, da vida individual para a vida em família, de um período de dureza para outro de fartura, enfim, quando passamos de uma fase para outra sem essa marca fica faltando alguma coisa. Tive um tio que foi tratado com hormônios nos anos 40 para acelerar seu crescimento. Na verdade ele foi cobaia das primeiras experimentações com hormônios no Brasil. De um dia para o outro ganhou pelos pelo corpo, engrossou a voz, a adolescência que deveria prepará-lo vagarosamente para a idade adulta veio num turbilhão que ele não deu conta e ninguém à volta dele compreendeu. Ele enlouqueceu.
Assim é com o parto. Quando se tenta ao máximo passar por ele como se nada tivesse acontecido - e o ápice disso é a cesárea eletiva, está-se pulando um ritual fundamental para o início da maternidade. E o efeito cascata começa: dificuldade de estabelecer vínculo com o bebê, depressão pós-parto, "falta" de leite, intolerância ao comportamento do bebê. O parto normal cheio de intervenções, do qual se diz "ah, foi uma beleza, não senti na-da!!! fiquei ali, conversando, e em xis (poucas) horas o bebê nasceu!!" não é muito menos maquiagem da passagem. Sim, "de repente" o bebê estava ali. E ela não precisou fazer nada. Inicia-se a maternidade com a sensação de que "não é preciso fazer nada" para ser mãe. E começa a transferência de responsabilidade... impulsionada pela sensação inconsciente de que a maternidade moderna NÃO PODE ser trabalhosa. E esse caráter trabalhoso que a maternidade efetivamente tem, não é, como nossa sociedade acredita, um sofrimento, um castigo do qual devemos nos livrar. Ao contrário, ela contém o extremo prazer que sentem as pessoas que superam desafios, convivendo com as mudanças no corpo e na vida pelo prazer que isso traz, em oposição à compulsão de querer lutar contra as mudanças irreversíveis promovidas pela chegada dos filhos.
O processo do parto vem sendo aprimorado há milhões de anos (ou milhares, depende do critério), e a humanidade definitivamente não aperfeiçoou este processo agregando-lhe tecnologia, apenas o corrompeu. Anestesia, ocitocina na veia, posição horizontal, raspagens, submissão a alguém como dono do parto, kristeller, amniotomia, episiotomia, tudo isso num trabalho de parto que está transcorrendo sem intercorrências, não é evolução: é perversão. Das grossas. Você e seu bebê não precisam de mais nada além dos seus corpos com seus hormônios para permitir o nascimento.
Precisamos desconstruir o conceito de parto doloroso, e compreender e desejar e conquistar o parto prazeroso, não importa quão trabalhoso ele possa ser. Não se deixem levar pela inércia do sistema obstétrico vigente, que inadvertidamente vampiriza a força, a beleza e a vida que mãe e bebê protagonizam no ato de parir e nascer.
* definição da Éllade França
** contribuição da Anita Cione
*** definição de Michel Odent
Mãe de Heloisa, Beatriz e Isabela (3 partos normais hospitalares)

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Monty Python - Hospital Sketch

Um parto segundo o humor negro dos Mounty Piton
Para rir mas acima de tudo para reflectir que algo vai mal nos protocolos do meio hospitalar...

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Cartaz nas urgências de obstetrícia do Hospital de Viseu

Este cartaz está exposto nas urgências de obstetrícia do Hospital de Viseu, nele estão enumeradas algumas vantagens e desvantagens da cesariana VS parto normal. É só clicar na imagem e esperar que ela apareça no seu tamanho original para poderem ler.
Queria acrescentar que no cartaz aparece a episiotomia e se sub-entende que ela é praticada por sistema, no entanto, a episiotomia realizada por sistema vai contra as recomendações da OMS para o atendimento ao parto normal. Existem exercícios que se podem fazer ao períneo para promover a sua elasticidade a partir da 34º semana de gestação, podem ler mais aqui. É claro que por si só não evita a laceração ou a episiotomia mas em conjunto com uma posição mais verticalizada no momento de parir e umas mãos sábias que protegem o períneo pode ser a diferença entre sofrer uma episiotomia e ficar com o períneo intacto.

Obrigada T. pelo envio da foto :)

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Estudo de 2006 destacado pelo ICAN (International Cesarean Awareness Network, Inc.)

Este estudo foi destacado pelo ICAN como sendo um dos 15 principais estudos feitos em 2006 sobre cesarianas.

Risco de Ruptura uterina durante o trabalho de parto em mulheres com uma ou mais cesarianas anteriores. (Risk of uterine rupture with a trial of labor in women with multiple and single prior cesarean delivery. Landon, et al., Obstetrics and Gynecology July 2006; 108:2-3,12-20)
  • Estudo do caso: Os autores analizaram se o risco de ruptura uterina é maior em mulheres com várias cesarianas anteriores;
  • Conclusão: o ter múltiplas cesarianas anteriores não aumenta o risco de ruptura uterina e os autores salientam que o parto vaginal após cesariana (VBAC) deveria ser uma opção para essas mulheres;

Este é o resumo do estudo na sua forma original:

Risk of uterine rupture with a trial of labor in women with multiple and single prior cesarean delivery.
Landon MB, Spong CY, Thom E, Hauth JC, Bloom SL, Varner MW, Moawad AH, Caritis SN, Harper M, Wapner RJ, Sorokin Y, Miodovnik M, Carpenter M, Peaceman AM, O'sullivan MJ, Sibai BM, Langer O, Thorp JM, Ramin SM, Mercer BM, Gabbe SG; National Institute of Child Health and Human Development Maternal-Fetal Medicine Units Network.
Department of Obstetrics and Gynecology, Ohio State University, Columbus, Ohio, USA. landon.1@osu.edu
OBJECTIVE: To determine whether the risk for uterine rupture is increased in women attempting vaginal birth after multiple cesarean deliveries.
METHODS: We conducted a prospective multicenter observational study of women with prior cesarean delivery undergoing trial of labor and elective repeat operation. Maternal and perinatal outcomes were compared among women attempting vaginal birth after multiple cesarean deliveries and those with a single prior cesarean delivery. We also compared outcomes for women with multiple prior cesarean deliveries undergoing trial of labor with those electing repeat cesarean delivery.
RESULTS: Uterine rupture occurred in 9 of 975 (0.9%) women with multiple prior cesarean compared with 115 of 16,915 (0.7%) women with a single prior operation (P = .37). Multivariable analysis confirmed that multiple prior cesarean delivery was not associated with an increased risk for uterine rupture. The rates of hysterectomy (0.6% versus 0.2%, P = .023) and transfusion (3.2% versus 1.6%, P < .001) were increased in women with multiple prior cesarean deliveries compared with women with a single prior cesarean delivery attempting trial of labor. Similarly, a composite of maternal morbidity was increased in women with multiple prior cesarean deliveries undergoing trial of labor compared with those having elective repeat cesarean delivery (odds ratio 1.41, 95% confidence interval 1.02-1.93). CONCLUSION: A history of multiple cesarean deliveries is not associated with an increased rate of uterine rupture in women attempting vaginal birth compared with those with a single prior operation. Maternal morbidity is increased with trial of labor after multiple cesarean deliveries, compared with elective repeat cesarean delivery, but the absolute risk for complications is small. Vaginal birth after multiple cesarean deliveries should remain an option for eligible women. LEVEL OF EVIDENCE: II-2.

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

VBAC???? SIM! é possível :)

Ter um VBAC (vaginal birth after cesarean) é possível para a maioria das mulheres. Cerca de 70-80% das mulheres que tentaram um VBAC conseguiram-no. Acima de tudo é necessário ter confiança nos nossos corpos, acreditar que é possível, ter uma gravidez saudável, ter o acompanhamento de técnicos de saúde que partilhem da mesma opinião, deixar que o trabalho de parto começe por si e não haver recurso à utilização de qualquer substância com vista a acelerar o trabalho de parto. Deixo um link muito interessante dedicado a VBAC: www.vbac.com


Fica também a experiência de parto de uma mulher que pariu o seu filho naturalmente após 4 cesarianas anteriores e que é uma maravilhosa mensagem de esperança... o texto está em inglês e pode ser lido em Birth Day .

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Recomendações da OMS no atendimento ao parto normal

A) Condutas que são claramente úteis e que deveriam ser encorajadas
  • Plano individual determinando onde e por quem o parto será realizado, feito em conjunto com a mulher durante a gestação, e comunicado a seu marido/ companheiro e, se aplicável, a sua família.
  • Avaliar os fatores de risco da gravidez durante o cuidado pré-natal, reavaliado a cada contato com o sistema de saúde e no momento do primeiro contato com o prestador de serviços durante o trabalho de parto e parto.
  • Monitorar o bem-estar físico e emocional da mulher ao longo do trabalho de parto e parto, assim como ao término do processo do nascimento.
  • Oferecer líquidos por via oral durante o trabalho de parto e parto.
  • Respeitar a escolha da mãe sobre o local do parto, após ter recebido informações.
  • Fornecimento de assistência obstétrica no nível mais periférico onde o parto for viável e seguro e onde a mulher se sentir segura e confiante.
  • Respeito ao direito da mulher à privacidade no local do parto.
  • Apoio empático pelos prestadores de serviço durante o trabalho de parto e parto.
  • Respeitar a escolha da mulher quanto ao acompanhante durante o trabalho de parto e parto.
  • Oferecer às mulheres todas as informações e explicações que desejarem.
  • Não utilizar métodos invasivos nem métodos farmacológicos para alívio da dor durante o trabalho de parto e parto e sim métodos como massagem e técnicas de relaxamento.
  • Fazer monitorização fetal com auscultação intermitente.
  • Usar materiais descartáveis ou realizar desinfeção apropriada de materiais reutilizáveis ao longo do trabalho de parto e parto.
  • Usar luvas no exame vaginal, durante o nascimento do bebê e na dequitação da placenta.
  • Liberdade de posição e movimento durante o trabalho do parto.
  • Estímulo a posições não supinas (deitadas) durante o trabalho de parto e parto.
  • Monitorar cuidadosamente o progresso do trabalho do parto, por exemplo pelo uso do partograma da OMS.
  • Utilizar ocitocina profilática na terceira fase do trabalho de parto em mulheres com um risco de hemorragia pós-parto, ou que correm perigo em consequência de uma pequena perda de sangue.
  • Esterilizar adequadamente o corte do cordão.
  • Prevenir hipotermia do bebê.
  • Realizar precocemente contato pele a pele, entre mãe e filho, dando apoio ao início da amamentação na primeira hora do pós-parto, conforme diretrizes da OMS sobre o aleitamento materno.
  • Examinar rotineiramente a placenta e as membranas.

B) Condutas claramente prejudiciais ou ineficazes e que deveriam ser eliminadas

  • Uso rotineiro de enema.
  • Uso rotineiro de raspagem dos pelos púbicos.
  • Infusão intravenosa rotineira em trabalho de parto.
  • Inserção profilática rotineira de cânula intravenosa.
  • Uso rotineiro da posição supina durante o trabalho de parto.
  • Exame retal.
  • Uso de pelvimetria radiográfica.
  • Administração de ocitócicos a qualquer hora antes do parto de tal modo que o efeito delas não possa ser controlado.
  • Uso rotineiro da posição de litotomia com ou sem estribos durante o trabalho de parto e parto.
  • Esforços de puxo prolongados e dirigidos (manobra de Valsalva) durante o período expulsivo.
  • Massagens ou distensão do períneo durante o parto.
  • Uso de tabletes orais de ergometrina na dequitação para prevenir ou controlar hemorragias.
  • Uso rotineiro de ergometrina parenteral na dequitação.
  • Lavagem rotineira do útero depois do parto.
  • Revisão rotineira (exploração manual) do útero depois do parto.

C) Condutas frequentemente utilizadas de forma inapropriadas

  • Método não farmacológico de alívio da dor durante o trabalho de parto, como ervas, imersão em água e estimulação nervosa.
  • Uso rotineiro de amniotomia precoce (romper a bolsa d’água) durante o início do trabalho de parto.
  • Pressão no fundo uterino durante o trabalho de parto e parto.
  • Manobras relacionadas à proteção ao períneo e ao manejo do polo cefálico no momento do parto.
  • Manipulação ativa do feto no momento de nascimento.
  • Utilização de ocitocina rotineira, tração controlada do cordão ou combinação de ambas durante a dequitação.
  • Clampeamento precoce do cordão umbilical.
  • Estimulação do mamilo para aumentar contrações uterinas durante a dequitação.

D) Condutas frequentemente utilizadas de modo inadequado

  • Restrição de comida e líquidos durante o trabalho de parto.
  • Controle da dor por agentes sistêmicos.
  • Controle da dor através de analgesia peridural.
  • Monitoramento eletrônico fetal .
  • Utilização de máscaras e aventais estéreis durante o atendimento ao parto.
  • Exames vaginais freqüentes e repetidos especialmente por mais de um prestador de serviços.
  • Correção da dinâmica com a utilização de ocitocina.
  • Transferência rotineira da parturiente para outra sala no início do segundo estágio do trabalho de parto.
  • Cateterização da bexiga.
  • Estímulo para o puxo quando se diagnostica dilatação cervical completa ou quase completa, antes que a própria mulher sinta o puxo involuntário.
  • Adesão rígida a uma duração estipulada do segundo estágio do trabalho de parto, como por exemplo uma hora, se as condições maternas e do feto forem boas e se houver progresso do trabalho de parto.
  • Parto operatório (cesariana).
  • Uso liberal ou rotineiro de episiotomia.
  • Exploração manual do útero depois do parto.

Fonte: www.humpar.org