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segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Resgatando o parto natural
29 de Setembro de 2007 pelas 14h30m
Tao centro de yoga e bem-estar - Figueira da Foz
Inscrições até 26 de Setembro

Os desenvolvimentos que foram acontecendo, em especial a partir da segunda metade do século passado e em particular na área da saúde, e que nos acompanham na actualidade, têm sido colocados à disposição do ser humano no sentido de dar respostas a algumas das suas necessidades. Verifica-se contudo que todos estes recursos têm vindo a ser utilizados de forma indiscriminada, traduzindo muitas das vezes modificações do comportamento humano. O parto tem sido dos exemplos mais paradigmáticos do quanto o recurso à tecnologia e ao medicamento foi modificado na sua essência. De um processo natural e humano, foi transformado em processo patológico que necessita de internamentos, medicamentos e actos médicos complicadíssimos.O resgate do parto como evento natural e humano impõe-se hoje à alternativa do parto medicalizado e intervencionado no sentido de devolver à mulher o protagonismo deste evento e o poder do momento.

Objectivos do workshop:

- Conhecer as diferentes perspectivas do parto nos nossos dias;
- Obter informações sobre o parto nos nossos dias;
- Conhecer quais as ajudas que se pode ter na assistência ao parto;
- Conhecer as vantagens para a mulher, família e sociedade do parto natural;
- Desmistificar tabus e mitos sobre o parto;
- Conhecer métodos de alívio da dor no parto natural;
- Conhecer diferentes formas de parir no parto natural;

Intervenientes:

Aleksandra Berg
Antropóloga da Cultura especializada em Antropologia da Saúde e Doula da Associação de Doulas de Portugal. Ainda durante os estudos integrei a equipa do European Environment Centre, em Varsóvia, ONG dedicada à sensibilização ambiental a nível europeu. Em 2001, numa parceria com a associação Quercus, viajo para Portugal e desenvolvo o projecto de voluntariado europeu "Pensam que é por milagre – Usos da Natureza na Cultura Popular das Beiras”. Fui bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) no projecto de investigação "Vivências de Saúde e Bem-Estar" na Universidade Aberta, que incidiu sobre os hábitos de vida e suas implicações na saúde.

António Manuel Rodrigues Ferreira
Enfermeiro Especialista em Saúde Materna e Obstétrica a trabalhar no Bloco de Partos de uma Maternidade Central e, como Professor convidado, no Instituto Superior Jean Piaget de Viseu na Escola Superior de Saúde. Mestrado em Ciências da Enfermagem, Pós-graduação em Pedagogia da Saúde, Pós-graduação em Administração de Serviços de Saúde, Formação de Formador, Formação/Formador em Aleitamento Materno.

Cristina Silva
Doula da Associação de Doulas de Portugal. Delegada distrital da Humpar (Associação Portuguesa de Humanização do Parto) do distrito de Coimbra. Fez formação de Doula pela Associação de Doulas de Portugal e pela DONA International (Doulas of North América). Como Doula oferece apoio emocional, informativo e físico a mulheres na gravidez, parto e no pós-parto. É autora do blog “Sobre(viver) a Cesariana” (http://sobcesaria.blogspot.com/) que trata de questões sobre humanização do nascimento e colabora no blog da Associação de Doulas de Portugal (http://doulasdeportugal.blogspot.com/). Criou um fórum de apoio direccionado especialmente para mulheres submetidas à cesariana e grávidas. É mãe de um menino com 2 anos e é engenheira civil de formação académica.

Mary Zwart
É uma parteira Holandesa. Graduada pela "Amsterdam Midwifery School" em 1969. Recebeu formação de enfermagem no Leiden Academic Hospital. Exerceu a profissão de forma liberal de 1973 até 1996. Desde 2000 que participa num movimento pela humanização do nascimento no Brazil. É fundadora da European Perinatal School assim como é membro da European Network of Consumers and Childbirth Educators and the Coalition for Improving Materity Services. Mary gosta de ensinar obstetrícia internacionalmente e recentemente voltou a exercer a profissão de parteira. Tem uma filha e gosta de colecionar objectos obstétricos.

Para inscrições:
Tao centro de Yoga e bem-estar
Pr. General Freire de Andrade (Praça Velha) 20 1º
São Julião - Figueira da Foz
telefone: 91 423 80 10
email: tao.centro@gmail.com
Preço por pessoa: 25 euros
Preço por casal: 40 euros

sexta-feira, 13 de julho de 2007

VBAC de gémeos

Mais uma experiência de vida que nos inspira, vislumbra e emociona.
É possivel e é real



quinta-feira, 31 de maio de 2007

VBAC após 3 cesarianas...

A história de uma mulher que não desistiu do seu sonho de parir um filho de forma fisiológica e natural.
Vale a pena clicar no link, é um slideshow verdadeiramente inspirador e emocionante...

terça-feira, 8 de maio de 2007

Semana Mundial Pelo Parto Respeitado

A presente semana de 7 a 13 de Maio é a “Semana Mundial Pelo Parto Respeitado”.

Com a preciosa colaboração da congénere argentina “Dando a Luz”, a HumPar traduziu e lançou no seu site uma série de 5 vídeos/spots que podem ser vistos em:
Agradecíamos que reencaminhassem esta informação a todos os vossos contactos para que esta mensagem tenha o alcance que todos desejamos. Um pequeno gesto que fará toda a diferença!

No passado dia 02 de Maio passou um documentário sobre humanização do parto intitulado "Donas do Parto" da jornalista Rita Ferreira da TVI. Um documentário de muita qualidade que podem visualizar em :
Porque nascer faz parte de todos, mas em especial de cada um...

quarta-feira, 4 de abril de 2007

O papel da Doula

O parto há alguns anos atrás era considerado como um acontecimento de mulheres e para mulheres. As mulheres tinham os seus filhos em casa, rodeadas das mães e/ou irmãs e outras mulheres que lhes prestavam o apoio emocional e físico e a parteira. Assim era no tempo de minha avó. Ela teve 10 filhos e todos foram amamentados até aos 2-3 anos. Nunca teve dúvidas se conseguiria ou não parir, se conseguiria ou não amamentar os seus filhos. Tinha um profundo conhecimento da sua sabedoria interior, conhecia a capacidade inata do seu corpo para a tarefa da maternidade. Entrou em trabalho de parto naturalmente, os trabalhos de parto e partos decorreram sempre sem pressas, sem adição de quaisquer agentes externos no seu corpo, tudo decorreu a seu tempo e ao sabor da vontade do corpo dela e do corpo dos seus bebés.

A transferência dos partos de casa para o hospital fez com que este cenário passasse a ser vivido apenas por uma pequena percentagem de mulheres. Para a grande maioria das mulheres o parto é visto como algo a suportar para “merecer” o prémio final que é ter um filho.

A sociedade tratou de afastar as mulheres da sua sabedoria interior. Os cenários de partos em intimidade, privacidade foram substituídos por salas estéreis e frias, por vozes de comando sobre o que a mulher deve ou não pode fazer durante o seu trabalho de parto e parto e o emprego de forma rotineira de práticas e procedimentos que não estão suportados por evidências científicas e que, salvo raríssimas excepções, não trazem mais-valias para ela ou para o seu bebé. Estas práticas e procedimentos incluem a tricotomia (raspagem dos pêlos públicos), o clister ou enema, a perfusão endovenosa, o jejum, a rotura precoce de membranas, a aceleração do trabalho de parto, a monitorização electrónica contínua, a episiotomia, o trabalho de parto e o parto em posições supina (deitada de costas), etc... O suporte emocional passou a ser quase inexistente com a transferência dos partos de casa para os hospitais.

Na década de 1970, John Kennell e Marshall Klauss realizaram um estudo em que provaram, através de seis experiências clínicas controladas, que a presença de uma pessoa de apoio ao parto, do sexo feminino, encurta o tempo do primeiro parto numa média de duas horas, diminui a hipótese de cesariana em 50 por cento, parto com fórceps em 40 por cento, diminui a necessidade de medicação para as dores e anestesia epidural em 60 por cento, ajuda o pai a participar com confiança e aumenta o sucesso na amamentação. [1] [3] [4]

Para designar as mulheres que sem aptidão profissional prestavam apoio no parto, no estudo efectuado por John Kennell e Marshall Klauss foi usado o termo doula.

A doula sobrepõe-se à frieza do ambiente hospitalar dando apoio emocional na gravidez, parto e pós-parto, escutando as dúvidas, anseios e medos da mulher e do seu companheiro durante o período maravilhoso que é a gestação, o parto e o pós-parto, não os deixando sem resposta, contribuindo para o reforço da confiança da grávida no seu próprio corpo, na sua capacidade inata de parir e amamentar o seu filho, tentando reaproximar a mulher da sua sabedoria interior.

Uma doula é alguém que, com ou sem experiência da maternidade, tem uma grande capacidade de amar o próximo (é principalmente de amor, segurança e confiança que a mulher que está para dar à luz precisa), está consciente da sua sabedoria interior, conhece o poder do corpo feminino, acredita na capacidade inata das mulheres parirem e tem vocação para apoiar outras mulheres nesta maravilhosa etapa que transformará para sempre as suas vidas.

A doula acima de tudo tem que saber escutar as necessidades da mulher grávida, procurando saber o que ela pretende com a sua gravidez e as suas expectativas em relação ao parto. Uma doula é uma amiga, alguém que independente das suas convicções presta apoio e aconselhamento sem nunca dizer não deves ou não podes mas oferecendo a máxima informação possível para que a grávida/casal possa tomar as suas próprias decisões de uma forma consciente e informada.

A doula é alguém que sabe o que a mulher que está a parir quer ou precisa sem recurso a palavras. Ela tem um profundo conhecimento da mulher que acompanha, conhecimento este que vai adquirindo ao longo dos encontros que tem com ela e/ou com o seu companheiro durante a gravidez. A doula é uma mulher discreta no cenário do parto, é uma mulher que não interfere no processo de nascimento, não observa, está ali como uma mãe que presta apoio a um filho, está ali para satisfazer as necessidades básicas da mulher em trabalho de parto. A Doula não faz qualquer tipo de acto médico e portanto não substitui qualquer dos profissionais envolvidos na assistência ao parto.

A doula entra no espaço de uma parturiente, reage prontamente e está consciente das suas necessidades, disposição alterações e sentimentos calados. Não necessita de controlar nem abafar. Todas as grávidas deviam ter os benefícios de uma doula. A doula não prejudica o papel do pai do bebé. Realça-o e liberta-o para se dedicar à tarefa tão importante de amar a mãe. [3]

Tal como o Dr. John Kennel disse um dia, se um medicamento tivesse o mesmo efeito de uma doula seria contra a ética não o utilizar. [3]

[1] Apontamentos da Formação de Doulas
[2] Jones,R.(2004), Memórias do Homem de Vidro - Reminiscências de um Obstetra Humanista
[3] Northrup, C.(2000), Corpo de Mulher Sabedoria de Mulher
[4] Odent, M.(2005), A Cesariana, Operação de Salvamento ou Indústria do Nascimento?
[5] http://www.doulasdeportugal.org/
[6] http://www.doulas.com.br/
[7] http://www.dona.org/
[8] www.doulas.info/publi.php
[9] http://www.paramanadoula.com/doula.php

segunda-feira, 26 de março de 2007

VBAC e Indução farmacológica: ajuda ou obstáculo????

Tens 38 semanas de gravidez e desejas ter um VBAC (parto vaginal após cesariana). O teu médico ou parteira estão de acordo com o teu plano, mas no entanto, sugerem-te uma indução de parto para aumentar as tuas possibilidades de conseguir um VBAC. Estás segura que é isso que queres?

A indução só está indicada medicamente se tu ou o teu bebé têm um problema de saúde específico, como diabetes mellitus ou eclampsia. Nenhum estudo realizado até agora demonstrou que a indução por rotina melhore os resultados do parto (1). Lamentavelmente, apesar da falta de provas convincentes sobre os seus benefícios, a indução converteu-se em algo comum para todas as mulheres grávidas, desejem ter um VBAC ou não. Ainda que a indução esteja extremamente difundida nos Estados Unidos e em outros países não a faz uma opção inócua. Existem razões pelas quais o seu uso te pode levar a ter outra cesariana, em vez de te ajudar a ter um VBAC.

Taxas de Cesarianas
Em geral, os estudos demonstram que a indução aumenta a taxa de cesarianas em vez de diminui-la. Num estudo recente que utiliza dados compilados desde 1997 até 1999, a taxa de partos vaginais é maior no grupo onde o parto aconteceu espontaneamente que no grupo em que o parto foi induzido. Só 50% das induções conduziram a um VBAC de sucesso (2). Num outro estudo, o risco de sofrer uma cesariana foi de 1.5 vezes maior nos partos induzidos que nos partos espontâneos (3). Induzir o parto, na primeira tentativa de ter um VBAC, aumenta a taxa de cesarianas seguintes (4).

Riscos da indução
Outro elemento a considerar quando se elege uma indução é que, além de aumentar a possibilidade de sofrer outra cesariana, aumenta os riscos para ti e para o teu bebé. A indução incrementa o stress que o bebé experimenta, aumenta o risco de sofrimento fetal, especialmente quando utilizam as doses mais altas de oxitocina e misoprostol (5) (6) (7). A mãe deve ser vigiada cuidadosamente porque a indução pode produzir contracções demasiado fortes. As contracções artificiais são mais difíceis de suportar para ti e para o teu bebé, uma vez que o período entre contracções é mais curto e o bebé não recebe tanto oxigénio. Em alguns casos, a indução causa a separação precoce da placenta (placenta abrupta) (8) (9).
Ao eleger uma indução a probabilidade da mãe eleger ou necessitar de uma epidural para suportar as contracções aumenta (10) (11). A epidural adiciona outros tipos de riscos, incluindo dor espinal, incontinência urinária temporal, hipotensão materna, dores de costas a longo prazo, dores de cabeça, ciática e adormecimento ou formigueiro; em casos pouco comuns, produz-se paragem cardíaca, convulsões, ataques de alergia e paragem respiratória (12). A epidural eleva a temperatura da mãe, pelo que depois do nascimento esta pode requerer intervenções para descartar uma infecção. Ainda mais, a epidural pode ocasionar sofrimento fetal, uma vez que as drogas usadas passam ao sistema do bebé (13). A epidural também faz com que o parto seja mais lento, o qual pode contribuir para outra cesariana, por “não progressão de parto” (14), e usá-la aumenta a probabilidade de usar fórceps, uma vez que a mãe tem menor capacidade de puxar de maneira efectiva (15). Se sofreste uma cesariana por uma indução falhada ou por “não progressão de parto”, terás sofrido alguns ou vários dos efeitos secundários e os riscos de uma cirurgia maior, assim como os da indução, se bem que todos eles possivelmente poderiam ter sido evitados.
A ruptura artificial de membranas tão pouco se recomenda como indutor. Uma vez que a bolsa de águas está rota, aumenta o risco de infecção e impõem-se limites de tempo na maioria dos partos. Estatisticamente falando, a ruptura artificial de membranas aumenta, em vez de diminuir, a probabilidade de sofreres uma operação cesariana (16) (17).
Os bebés cujos nascimentos são induzidos parecem ter maior risco de serem prematuros (18). Apesar das provas e das melhores intenções do pessoal médico, não existe uma garantia total de maturação. Aliás, é mais comuns os bebés com nascimento induzido necessitarem de ressuscitação, a admissão numa unidade de cuidados intensivos e fototerapia para tratar a icterícia, e todos estes casos requerem a separação do bebé da sua mãe (19).

Ruptura uterina
Quanto à ruptura uterina, os factos falam por si mesmos: a indução farmacológica aumenta os riscos de ruptura uterina (39). A taxa de ruptura uterina num VBAC não induzido é só de 0.5%, menor que o risco de sofrer muitas outras complicações maiores do parto. No entanto, quando se introduz o factor indução, o risco aumenta. Um estudo recente, o qual obteve muita atenção por parte dos média, mostrou que nos VBAC induzidos com pitocina ou oxitocina, o risco de ruptura aumentou para 0.77% e com prostaglandinas como agente indutor, a taxa de ruptura uterina aumentou a 2.45% (40).
Quase todos os estudos confirmam o risco de indução nos VBAC, ainda que alguns não mostrem um incremento na taxa de ruptura (41). Num estudo realizado com 752 mulheres, ocorreram 12 rupturas uterinas, 11 das quais estiveram associadas ao uso de indução ou condução do parto ou ambos. Os autores afirmaram que o VBAC é seguro, mas que o VBAC induzido não o era (42). Num estudo mencionado acima sobre a eficácia da indução verificou-se que nos partos induzidos a taxa de deiscência da cicatriz é de 7% (43).
Uma revisão de cerca de 115.000 partos no Canadá confirmou que a indução ou condução do parto (usar agentes químicos para estimular uma maior actividade uterina num parto iniciado espontaneamente) são factores de risco confirmados para a ruptura uterina (44). Ainda que a condução do parto poderia ser uma opção menos questionada que a indução, uma vez que o parto já se iniciou, segue existindo risco de ruptura. Um estudo israelita concluiu que o uso de oxitocina e prostaglandinas aumentam o risco de ruptura (45). Outro estudo confirmou que os partos espontâneos têm um baixo risco de ruptura (0.45%), mas que o uso de prostaglandinas aumenta o risco 6.41 vezes (46).

Conclusão
Geralmente, a indução farmacológica que se pratica actualmente nos hospitais não consegue o que promete. Em vez que aumentar a probabilidade de ter um VBAC com êxito, a diminui, além de converter o teu parto numa experiência perigosa para ti e para o teu bebé. No caso de existir uma necessidade médica, a indução pode ser uma opção útil, mas não deve usar-se de forma não pensada. Se verdadeiramente precisas de uma indução, é de grande importância que se prepare o colo do útero o mais possível antes da indução de forma a maximizar a possibilidade de conseguir-se um VBAC.
Elege com muita cautela a pessoa que te vai atender no parto e discute detalhadamente com ele ou ela todas as opções antes de acederes a uma indução de parto para um VBAC.

Extraído do paper publicado no site ICAN, originalmente em espanhol com tradução livre para português. Este material pode ser copiado e distribuído sempre e quando se inclua o direito de Autor© International Cesarean Awareness Network, Inc. Todos os direitos reservados.
O paper completo pode ser lido em:
http://ican-online.org/resources/white_papers/wp_pharma_sp.pdf

segunda-feira, 5 de março de 2007

El Parto es Nuestro

Excelente para ver e reflectir... clicar aqui
Para quem quiser saber como deveriam ser feitas as coisas...
http://www.humpar.org/recomendacoes_oms.htm
http://sobcesaria.blogspot.com/2007/01/recomendaes-da-oms-no-atendimento-ao.html